(Fonte: Wikipedia)
José
Ernâni da Rosa, mais conhecido como Tupanzinho ou Tupãzinho
(Bagé, 17 de outubro de 1939 — São Paulo, 28 de fevereiro de 1986),
foi um futebolista brasileiro.
Atacante, Tupãzinho herdou
o apelido do pai, Tupã, um dos grandes nomes
da história do futebol gaúcho. Iniciou a carreira no Bagé para, em
seguida, transferir-se ao arquirrival Guarany, vendido por 300 mil cruzeiros. Tupãzinho foi o grande
destaque do Guarany na temporada
de 1962, quando o clube terminou na terceira colocação do Campeonato Gaúcho.
Em 1963,
o Palmeiras adquiriu
o passe de Tupãzinho por 30 milhões de cruzeiros. Estreou na equipe alvi-verde no
dia 16 de janeiro de 1963,
em derrota de 2 a 1 para o Sporting Cristal, do Peru.
O resultado ruim da estréia não impediu que Tupãzinho se tornasse um dos
maiores jogadores da história Palmeiras. Pelo
clube, conquistou os títulos do Campeonato Paulista de 1963e 1966,
o Torneio Rio-São Paulo de 1965 e,
em 1967, os dois principais títulos nacionais da época (Taça Brasil e Torneio Roberto Gomes Pedrosa).
Permaneceu no clube paulista até 1968,
participando de 231 jogos (136 vitórias, 44 empates e 51 derrotas) e marcando
122 gols (média de 0,52 por partida), tornando-se o 9º maior artilheiro da
história do Palmeiras. Seu
último jogo pelo clube ocorreu no dia 10 de fevereiro de 1968,
na derrota de 3 a 0 para o Internacional de Porto Alegre,
pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa.
§ Torneio
Pentagonal de Guadalajara: 1963.
§ Campeonato Paulista: 2
vezes (1963 e 1966).
§ Copa
João Havelange: 1966.
§ Torneio
do Centenário do Rio de Janeiro: 1965.
§ Taça Brasil: 1967.
Artilharia
§ Copa Libertadores da América: 1968 (12
gols).
Fonte:
http://terceirotempo.bol.uol.com.br/quefimlevou
José Ernâni da Rosa, o
maravilhoso Tupãzinho, grande atacante
da Sociedade Esportiva Palmeiras na época da Academia de Filpo Nuñes, morreu no
dia 16 de fevereiro de 1986, aos 46 anos.
Assim como o ex-zagueiro
Raul Donazar Calvet, do Santos, Tupãzinho nasceu em Bagé (RS) no dia 26 de
outubro de 1939.
Tupãzinho integrou o maior Palmeiras de todos os tempos, aquele de 1965: Valdir Joaquim de Moraes; Djalma Santos, Djalma Dias, Waldemar Carabina e Ferrari; Dudu e Ademir da Guia; Julinho, Servílio, Tupãzinho e Rinaldo. Esse time vestindo o manto sagrado da CBD derrotou o Uruguai por 3 a 0, no Mineirão, no dia 5 de setembro de 1965.
Mas Tupãzinho fez muito mais: foi o melhor jogador do Palmeiras na Libertadores da América de 1968, da qual o Verdão foi apenas vice-campeão. Só que Tupã jogou tanto, que Carlos Billardo, ex-armador do campeão Estudiantes de La Plata e hoje técnico, disse que os maiores jogadores brasileiros que ele viu na vida foram: "O negro (Pelé), o loiro (Ademir da Guia) e Tupãzinho, aquele que tinha a perna torta igual a do Garrincha", disse-me Billardo nos corredores do Centro de Imprensa de Paris durante a Copa de 1998.
Só que o final de carreira de Tupãzinho no Palmeiras foi melancólico. Ele foi trocado pelo lateral Zeca junto ao Grêmio de Porto Alegre. No Sul, terra do atacante, pouco jogou. E ao encerrar a carreira voltou a São Paulo, onde vivem suas filhas, e morreu quando trabalhava em salões de carteado.
Tupãzinho integrou o maior Palmeiras de todos os tempos, aquele de 1965: Valdir Joaquim de Moraes; Djalma Santos, Djalma Dias, Waldemar Carabina e Ferrari; Dudu e Ademir da Guia; Julinho, Servílio, Tupãzinho e Rinaldo. Esse time vestindo o manto sagrado da CBD derrotou o Uruguai por 3 a 0, no Mineirão, no dia 5 de setembro de 1965.
Mas Tupãzinho fez muito mais: foi o melhor jogador do Palmeiras na Libertadores da América de 1968, da qual o Verdão foi apenas vice-campeão. Só que Tupã jogou tanto, que Carlos Billardo, ex-armador do campeão Estudiantes de La Plata e hoje técnico, disse que os maiores jogadores brasileiros que ele viu na vida foram: "O negro (Pelé), o loiro (Ademir da Guia) e Tupãzinho, aquele que tinha a perna torta igual a do Garrincha", disse-me Billardo nos corredores do Centro de Imprensa de Paris durante a Copa de 1998.
Só que o final de carreira de Tupãzinho no Palmeiras foi melancólico. Ele foi trocado pelo lateral Zeca junto ao Grêmio de Porto Alegre. No Sul, terra do atacante, pouco jogou. E ao encerrar a carreira voltou a São Paulo, onde vivem suas filhas, e morreu quando trabalhava em salões de carteado.
Na foto, você confere o atacante nos gloriosos tempos de
Palmeiras. Veja, de corpo inteiro, como era Tupãzinho, o genial Tupãzinho, ao
lado de dois mascotes e do então veloz Gildo Bala, em 1965. Observe como eram
tortas as pernas do gaúcho Tupãzinho. Tortas para dentro, lembrando Garrincha,
certo?
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| Tupãzinho e Max Ravazza no Guarany F.C. |
















































